Sipat traz palestras sobre saúde e finanças aos funcionários

FEA Funcionários

Sipat

Entre os dias 13 e 19 de outubro, aconteceu mais uma edição da Sipat (Semana Interna de Prevenção a Acidentes de Trabalho), promovida pela Cipa (Comissão Interna de Prevenção a Acidentes). A Semana vem sendo desenvolvida exclusivamente por funcionários da FEA há cinco anos. Neste ano, foram realizadas palestras com temas como saúde e finanças, visando contribuir para o bem-estar dos profissionais no trabalho.

Educação Financeira

“Controlar as finanças exige organização e disciplina”, é o que diz Marcia Luppi, gerente do Santander, na palestra integrante do evento destinada a discutir como o equilíbrio das finanças é crucial para o desempenho dos profissionais. Problemas financeiros são fonte de stress, o que pode se refletir na atuação no trabalho. Segundo ela, “educação financeira está nas pequenas coisas”, por isso é importante organizar o orçamento e colocar as contas na ponta do lápis, em conjunto com a sua família, e planejar gastos.
De acordo com a palestrante, cerca de 80% dos brasileiros não controlam suas finanças. Ela afirma que esse controle não é tão complicado, sendo necessário criar alguns hábitos. Anotar todas as despesas, das fixas às esporádicas, é essencial, segundo ela. Tendo isso em mãos – e considerando a totalidade da renda familiar – é possível criar um panorama dos gastos, analisando o que é fundamental, quais custos podem ser cortados e quanto deve ser poupado. Márcia explica que as despesas esporádicas e emergenciais são as que mais desestabilizam as finanças, por isso é importante se programar e não consumir por impulso. Ela destaca como “vilão do orçamento” os custos invisíveis, ou seja, o que é comprado sem contabilizar e que acabam somando grandes quantias.

Saúde

Fernando Lemos, educador físico e médico psiquiatra, trouxe à tona a falta de prevenção na saúde dos brasileiros, que se preocupam com o tema apenas quando já contraíram alguma doença. De acordo com ele, a medicina no Brasil é avançada, mas pouco acessível; além disso, a população conta com pouca informação para prevenir doenças, mesmo as mais discutidas e em evidência. Como exemplo, o médico destaca o aumento do número de infecções pelo vírus HIV no Brasil nos últimos anos – dados do Ministério da Saúde apontam que, entre 2006 e 2014, casos de Aids em jovens aumentaram em 50%, por exemplo. “Se nem sobre o temido HIV as pessoas se informam a fundo, imagine sobre as outras doenças”, questionou o palestrante.

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Gente da FEA - Novembro 2015

Autora: Letícia Paiva

Data do Conteúdo: 
segunda-feira, 30 Novembro, 2015

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