FEA implanta o projeto Envelhecimento Ativo

 “A idade avançada não implica em dependência. O envelhecimento saudável é mais que apenas a ausência de doença”, afirma Margaret Chan, diretora geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), no Relatório Mundial de Envelhecimento e Saúde. Também cunhado pela OMS, envelhecimento ativo é um termo que define o processo de otimização das oportunidades de saúde, participação e segurança, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida à medida que as pessoas ficam mais velhas.

Pensando em oferecer melhores condições para seus funcionários, e prezando pela qualidade do envelhecimento deles, a USP, em parceria com o Hospital Universitário (HU), desenvolveu o projeto “Envelhecimento Ativo”, que abrange algumas unidades da universidade e vigora há quase três anos.

A iniciativa, coordenada pelo dr. Egídio Dórea, teve início em 2015 e a primeira unidade atendida foi a Escola Politécnica. Desde então, outras faculdades vêm se mostrando interessadas em aderir ao programa e, hoje, além da Poli, a Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ), o Instituto de Matemática e Estatística (IME), a Guarda Universitária, o Instituto de Física (IF), a Superintendência de Comunicação Social, o Instituto de Biociências (IB) e a Edusp realizam acompanhamento dos empregados. Além disso, profissionais do Centro de Práticas Esportivas (Cepeusp) e do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) estão envolvidos no programa.

Para a FEAUSP é importante participar desse projeto. Em fase de implantação na faculdade, o programa vai passar pelas demais etapas de apuração, incluindo um workshop para orientar e inscrever aqueles que desejam fazer parte das atividades. Márcia Bispo, assistente administrativa da casa, foi a responsável por trazer o programa e incentivar a participação feana.

Uma primeira reunião já aconteceu com os funcionários da FEA, onde o Dr. Egídio explicou que o programa é pautado nos quatro pilares essenciais: saúde, educação, participação e proteção. Passando por cada um deles, a experiência dos funcionários se tornará cada vez mais completa, tornando-os cientes dos hábitos que precisam incorporar para alcançar um envelhecimento saudável.

As pessoas que se interessarem em fazer parte do programa, passarão por uma triagem para atestar com maior precisão o antes e o depois das atividades. Uma primeira avaliação consiste em exames básicos e perguntas sobre qualidade de vida no trabalho e no cotidiano. Em seguida, é realizado um levantamento dos dados da pessoa e uma avaliação médica indicará se o exercício de atividades físicas está liberado. O encaminhamento ainda pode seguir outras linhas, como terapia ocupacional, orientação nutricional, psicológica ou financeira, por exemplo.

Por fim, o funcionário permanece no projeto por no mínimo um ano, seguindo as metas estabelecidas durante o período de avaliação. Os participantes estabelecem uma relação com o programa por meio de um termo de compromisso, por isso é muito importante seguir as rotinas de atividades e monitorar as demais orientações requisitadas em cada caso. A FEA aguarda o próximo passo, que será o workshop, onde mais detalhes serão passados pela equipe do HU que coordena o programa. A data ainda não foi definida.

Autora: Bruna Arimathea
Gente da FEA - Junho de 2018

Data do Conteúdo: 
terça-feira, 12 Junho, 2018

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