FEA Alunos - A passagem da vida universitária para o mercado

Confira as experiências de ex-alunos na transição da Faculdade para a vida profissional e como a FEA auxilia nesse momento

    TODA MUDANÇA É MUITO DELICADA E, PORTANTO, EXIGE PREPARAÇÃO, REFLEXÃO E APOIO. É por isso que a FEA, desde que os alunos ingressam em seus cursos, dá todo suporte e orientação para que estes tenham uma transição tranqüila da vida acadêmica para a profissional.

    Segundo a professora de administração, Tania Casado, é muito comum as expectativas dos alunos, em relação às opções de trabalho, mudarem ao longo do tempo. “Nem sempre eles sabem o que querem e as possibilidades que têm”, afirma a profa Tania, que completa: “essas expectativas vão se alinhando à medida que eles têm um maior contato com os professores, fazem iniciação científica, participam da FEA Júnior, fazem estágio”. Para a professora, é fundamental que os alunos passem o maior tempo possível na Escola, pelo menos nos dois primeiros anos, pois ajuda a refletir sobre os caminhos que irão seguir. 

    Com o intuito de oferecer esse auxílio aos alunos, a professora conta que a FEA, através do Programa de Orientação de Carreira - POC, realiza uma série de atividades no plano pessoal: “faço um trabalho de autoconhecimento com eles, para que busquem vagas mais condizentes com seu potencial”. A profa Tania ainda aconselha os alunos a não se desesperarem quando resolvem mudar de área, uma vez que isso é muito normal nessa etapa da vida.

    Além das ações do POC, a Faculdade regulamentou os estágios, o que também representa um importante apoio aos estudantes.

    DE ACORDO COM A CHEFE ADMINISTRATIVA DE SERVIÇOS DA SEÇÃO DE ESTÁGIOS E EMPREGOS, ORSOLA ÍRIS BONIOTTI, OUTRA AÇÃO DA FACULDADE É ORIENTAR OS ALUNOS A DIVERSIFICAREM O ESTÁGIO, ATUANDO EM DIFERENTES RAMOS, DURANTE A GRADUAÇÃO. “Caso o aluno permaneça por um período maior de tempo em determinado estágio, sugerimos que troque de área”, ressalta Orsola, que continua: “essa diversificação possibilitará um amadurecimento profissional que o ajudará a direcionar sua carreira quando concluir o curso”.

    Ex-aluna de economia, Juliana Yumi Honda, confessa que, quando estava na FEA não refletia muito sobre seu futuro profissional, pois não tinha certeza da área que gostaria de trabalhar. “Pensava em trabalhar com finanças ou em algo que envolvesse planejamento estratégico. Finanças, por acreditar que é o alicerce de qualquer trabalho, e planejamento estratégico, por gostar de enxergar todos os ângulos de um projeto, benefícios, custos”, lembra Juliana, que iniciou sua experiência profissional na própria Faculdade, trabalhando na FEA Júnior, na FIPE e, posteriormente no MBA Executivo Internacional da FIA. “Na Júnior tive oportunidade de trabalhar e sentir na pele o que significa viabilidade financeira de um projeto e planejamento estratégico. Na FIA pude aprender um pouco mais sobre estratégia no mundo empresarial. Isso só reforçou meu gosto pelas áreas”, defende Juliana, que complementa: “Depois, como trainee do Banco Itaú BBA, entrei no mercado financeiro e tive a chance de enxergá-lo sobre diferentes óticas”. Atualmente, Juliana diz preferir corporações menores às grandes empresas, pois, nas primeiras, é possível ter mais contato com todas as operações realizadas do que nas segundas. “Hoje estou em uma boa área do banco, que se relaciona com muitos setores e envolve planejamento dos produtos. Todas as experiências profissionais que tive, só me empurraram para os ramos que eu achava mais interessantes”, revela Juliana, que aponta o papel da FEA na sua carreira: “o suporte que a escola dá para o aluno entrar no mercado de trabalho é o conhecimento adquirido no curso e as vagas ofertadas na Seção de Estágios, criando uma porta de acesso às melhores posições do mercado”. 

    Desde o início do curso, o ex-aluno de administração, Arthur Wong, sonhava em ser empreendedor. “Nunca me animou o pensamento de seguir carreira em uma empresa e ser funcionário. O que sempre me fascinou foi a chance de criar meu próprio negócio e poder transmitir meus valores e idéias”, garante Arthur, que afirma ter conseguido convencer alguns amigos a seguílo nessa empreitada, e explica: “entrei no mercado de trabalho para adquirir aprendizado, e tenho plano de, até o fim de ano, lançar esse projeto”. Segundo o ex-aluno, suas expectativas não mudaram ao longo do tempo, apenas se confirmaram. “Optei por fazer o curso noturno, pois queria trabalhar junto à Faculdade para tirar o maior proveito possível”, acrescenta Arthur, que diz ter traçado um plano de lugares onde gostaria de trabalhar para adquirir o máximo de experiência para o seu projeto.

    Após atuar na própria FEA e em várias empresas, ele afirma que toda a sua trajetória só se efetivou pelo aprendizado que teve na Faculdade. “Trabalhar com os melhores professores, que sempre me ajudaram fora da sala, assistir as aulas do MBA, isso tudo foi muito rico. Sem contar o peso do nome da Escola, que sempre me auxiliou no início das etapas de seleção”, esclarece Arthur.

    Para o ex-aluno de contabilidade, Cristiano Otoni, ao ingressar na Faculdade, dificilmente se sabe o que se quer para a carreira profissional. “A Universidade te dá uma noção do que você gostaria de fazer, porém, somente na prática conseguimos definir o nosso foco”, aponta Cristiano, que relata o seu caso: “Eu já trabalhava no mercado financeiro antes de ingressar no curso, então minhas expectativas eram focadas nesse ramo. No entanto, existem dezenas de áreas dentro do mercado financeiro, das quais eu não tinha certeza de qual realmente gostaria de atuar”. Cristiano acredita que as expectativas profissionais são muitas vezes alteradas quando se inicia a carreira. “Antes de entrar no mercado, a gente pensa em trabalhar em milhares de profissões, mas só depois que conhecemos a atividade é que podemos identificar algo que realmente interessa”, destaca Cristiano, que adianta: “é importante ressaltar que muitas vezes acabamos seguindo alguma profissão porque foi a nossa primeira oportunidade e acabamos deixando de conhecer outras”. De acordo com o ex-aluno de contábeis, a FEA ajuda muito com instrução para formar a base profissional dos estudantes. “O que aprendemos na Faculdade são algumas ferramentas que nos auxiliam em nossa carreira”, conclui Cristiano.

MUDANDO DE ASSUNTO ...
Conheça o perfil do candidato e do aluno de atuária 

    Esse ano começa o curso de Atuária na FEA, que tem 50 vagas. Vamos, então, conhecer um pouco do aluno que vai ingressar na graduação! No vestibular, realizado no segundo semestre de 2005, foram feitas 476 inscrições, ou seja, uma concorrência de 9,38 candidatos por vaga. A maioria dos candidatos não fez vestibulares de outras Faculdades. De acordo com a FUVEST, grande parte fez o Ensino Fundamental e Médio em escolas públicas e, além disso, mais da metade não freqüentou cursinho. Do total de candidatos, 87 já fizeram outra graduação. Há predominância de solteiros, sendo que mais da metade é do sexo masculino. Quanto aos ingressantes, a menor e a maior nota de corte na primeira fase foram, respectivamente, 47 e 69, sendo que a pontuação máxima é 100. Já na segunda fase, cuja nota máxima é 160, essas mesmas notas foram 52 e 110. O Gente da FEA deseja as boas-vindas, não só para os graduandos de administração, economia e contabilidade, mas também para os alunos do novo curso!

Data do Conteúdo: 
quarta-feira, 1 Março, 2006

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