Em artigo, prof. Celso Grisi explica relevância do Brasil na OCDE

A OCDE, Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, é uma organização internacional, sediada em um dos bairros mais elegantes de Paris. Reúne 36 nações, sendo 34 consideradas de “alta renda” e duas (México e Turquia) de renda “média alta”.

Esses países necessariamente devem aceitar os princípios da democracia representativa e da economia de mercado. Seus objetivos estão voltados para o aperfeiçoamento das políticas econômicas para a solução de problemas comuns, bem como para a coordenação de políticas domésticas e internacionais. São economias com os mais elevados PIB per capita e os mais altos Índices de Desenvolvimento Humano.

Na prática, as discussões centram-se em políticas públicas para adoção nesses e outros países. A pauta das discussões contempla economia, educação, saúde, segurança e meio ambiente. A organização é também conhecida como o “clube dos países ricos”, em contraposição a UNCTAD – Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento, organismo especial da ONU e entendido como “o clube dos países pobres”, que reúne países em desenvolvimento e subdesenvolvidos.

Entrar nesse grupo obrigará o Brasil a aderir aos melhores padrões de governança e compliance. Isso significa dizer que o país terá que adotar práticas globais avançadas, com a revisão de suas políticas públicas, aperfeiçoamento de seu ambiente regulatório e modernização institucional. Vamos encarar? O desafio está posto.

Artigo do Professor Celso Grisi, titular do Departamento de Administração da FEAUSP

 

 

Data do Conteúdo: 
segunda-feira, 25 Março, 2019

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