Conheça as equipes da FEA finalistas do Constellation Challenge

Por Bruno Carbinatto

 

A FEA se destacou no maior desafio de avaliação de empresas do Brasil. Duas equipes, cada uma com três alunos da Faculdade, se classificaram para a final do Constellation Challenge, no final do mês de março, de um total de apenas quatro times finalistas. Além deles, mais duas equipes da FEA estavam entre o seleto grupo de 20 semifinalistas, escolhidos dentre de mais de 300 equipes, de várias instituições de ensino.

Os alunos Isabel Saffioti, João Ferrarini, Jonas Foz, Lucas Gabriel, Rafael Galvão e Victor Canhada são integrantes da Liga de Mercado Financeiro da FEA, entidade estudantil voltada para a atuação no setor financeiro. Juntos, os seis figuraram entre os dez finalistas, marcando o protagonismo da FEA na fase final e conquistando os terceiro e quarto lugares.

O Constellation Challenge é a maior competição de avaliação de empresas do país, patrocinado pela Constellation Asset Management, tradicional gestora de investimentos. Nele, os alunos se reúnem em equipes de um a três participantes para fazer a análise de uma determinada empresa. Em 2019, a escolhida foi o Mercado Livre. Na primeira fase, os grupos analisaram o setor de atuação da empresa, em uma apresentação de até dez slides. Os selecionados para a semifinal elaboraram um caso de investimentos completo sobre o Mercado Livre, e, desses, quatro equipes foram selecionadas para apresentar os trabalhos para uma banca de profissionais, incluindo as duas da FEA.

A professora Liliam Carrete, do departamento de Administração da FEA, foi responsável pela orientação final das equipes, mas garante que sua participação foi mínima: “Eles foram muito independentes. A ideia de se inscrever partiu dos próprios alunos”, conta. Segundo ela, é possível observar um interesse crescente dos estudantes em participar de competições do tipo, tanto na FEA como em outras unidades, como a Escola Politécnica. No início do ano, por exemplo, a FEA teve uma equipe vencedora do CFA Institute Research Challenge, desafio parecido.

Além de uma oportunidade de se destacar no mercado, as competições são também um momento de aprendizado profundo. “Elas envolvem diversas áreas, como macroeconomia, micro, estatística, valuation, matemática financeira, etc”, explica Carrete. “É o momento que os alunos podem pegar diversos aprendizados separados que eles tiveram e juntar em um case específico”. A professora também diz que pretende trabalhar para que essas competições passem a valer créditos no currículo escolar dos alunos, já que exigem muito esforço e produzem tanto conhecimento quanto às aulas teóricas da Faculdade.

 

Data do Conteúdo: 
Quarta-feira, 3 Abril, 2019

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