A apropriação da sustentabilidade pelas grandes marcas globais

A sustentabilidade foi apropriada não só pelo discurso, mas pelas práticas das maiores marcas globais.

Por RICARDO ABRAMOVAY

 

A sustentabilidade foi apropriada não só pelo discurso, mas pelas práticas das maiores marcas globais.

Coca-Cola, Nestlé, Procter&Gamble, Unilever, Walmart, McDonalds, Nike, IBM, Google, Siemens ou General Electric, cada uma delas lançou, nos últimos cinco ou dez anos, ambiciosos programas em que migram para fontes credenciadas de fornecimento, reduzem suas emissões de gases de efeito estufa ou diminuem sua pegada hídrica.

Maquiagem, propaganda enganosa, mudança cosmética? Muitas vezes, certamente sim. Mas é expor-se a riscos incompatíveis com o tamanho desses negócios prometer neutralidade em água, abastecimento vindo de produtores certificados, eliminação de resíduos tóxicos ou transição para energias renováveis e imaginar que o não cumprimento dessas metas possa passar em branco.

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Para a Folha Online de 20/07/2013

 

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Data do Conteúdo: 
terça-feira, 23 Julho, 2013

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